quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Uma entrevista descontraída com uma profissional promissora

Michelle entrevista a Dra. Barrica

(pode parecer esquizofrenia, mas não foi diagnosticada)

Michelle – Primeiramente gostaria de dizer que é um prazer para mim entrevista-la, sempre tive curiosidade em conhece-la pessoalmente, mas nunca fora possível. Agora eu gostaria de saber alguns detalhes da sua vida pessoal e profissional, podemos começar a entrevista?
Barrica – Segundamente eu acho bem legal que você me entreviste, eu gosto destas coisas! E eu gostei de você também.
Michelle – Que ótimo! Bem, queria saber quando e como começou a sua trajetória na área da saúde?
Barrica – Ah sim, faz bastante tempo, na verdade desde que eu era pequena, sempre que eu espirrava a minha mãe me dizia: - Saúde! E eu acabei ficando com isso da saúde em mim, eu sempre falo saúde também, acho que é por causa da área né?
Michelle – Entendi...E quais as suas especialidades?
Barrica – Ah muitas querida! Eu sou muito especial! A especialidade é uma coisa que eu sempre busquei né. E como médica eu domino várias especialidades como por exemplo a temperatura dos resfriados, a musicoterapia e o balanço do esqueleto, a cromoterapia e o reflexo na cor dos olhos, a nomeroterapia e a criatividade familiar ao dar nomes as crianças, a revelação do sentido do nome tem muito a ver com a coisa da pessoa, né? E também sei benzer tormenta com machado e garrafa. Acho que estas seriam as minhas especialidades principais. Ah, eu desenho bem também, até pinto guardanapo!
Michelle – Claro! Sei...bem, a senhora trabalha sempre com o Dr. Chicote, também grande especialista em saúde. Poderia nos falar como é esta relação de vocês?
Barrica – Ah sim o Dr. Chicote é grande mesmo...ehhehhe...eu trabalho com ele já faz algum tempo, eu sou meio que sua auxiliar técnica, que é a pessoa que tem técnica para auxiliar, entende? Eu sempre ajudo no que posso, no tratamento com objetos, utensílios, e perguntas...eu sempre faço muitas perguntas que é pro Dr. estar sempre atento nos pensamentos dele.
Michelle – E a relação?
Barrica – Que relação? Eu não tenho relação com o Dr. Chicote! Que isso moça, eu sou uma pessoa muito profissional.
Michelle – Não, eu queria saber como é trabalhar com ele?
Barrica – Ah sim! Eu diria que é trabalhoso, né? Mas é bom também, porque o Dr. É muito calmo, tranquilo e me ajuda quando eu esqueço as coisas, os procedimentos, quando eu esqueço de fechar a porta do sentimento, as vezes me esqueço, deixo encostada, na verdade ela sempre fica meio encostada, mas as vezes o vento vem com mais força, mais ímpeto, mais tempestade e a porta se abre com tudo. Aí a gente corre o risco de ficar sentimental! Aí o Dr. me ajuda a encostar a porta!
Michelle – Que bom, ter alguém para ajudar a encostar a porta né? E o Dr. Cambito, ele também trabalha com a Sra.?
Barrica – Trabalhamos juntos né? Eu e ele, ele e eu. O Dr. Cambito é meio descompensado as vezes sabe? Mas eu sempre gosto dos desvarios dele, ele fala coisas loucas, porque é meio doido eu acho, e eu tenho que rir ou disfarçar. Às vezes eu disfarço muito com o Dr., pareço uma espiã, bem disfarçada! Mas eu gosto de trabalhar com ele, porque ele é feito pluma, ou folha ao vento. Ele vai pra todos os lados que o vento mandar, as vezes a gente tem que correr atrás e pegar ele, mas a gente vai!
Michelle – Interessante a sua relação com os seus colegas, sempre tem vento né?
Barrica – Claro, porque o vento areja né?
Michelle – Claro. Bem, muito grata pela entrevista, se quiser deixar alguma mensagem para quem nos lê, fique à vontade.

Barrica – Eu não sei dizer mensagens, mas queria dizer que se alguém precisar de ajuda no campo das minhas especialidades é só me chamar, e se for de outro campo que não sou especializada eu começo a estudar, ou dou um jeito mesmo! O importante é tratar! Tratar de estar junto! Obrigada! Você vai colocar foto na entrevista?

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